Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
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            Oi, sou interno. Para muitos dizer essa frase desse jeito pode ser algo horrível algo de se odiar, pois eu confirmo tudo isso e algo horrível independente de onde seja.
            Passei alguns poucos meses de minha vida em uma clinica para tratamentos mentais, nada alarmantes ou polemico quero trazer aqui apenas a mentalidade adquirida.
            Nos corredores era comum eu responder dessa forma algumas perguntas que fazia a pessoa ao ouvir te tratar de forma bem diferente uma mistura de pena com pouca esperança.
            O ponto que mais notei e a forma de como você e tratado te fazem acreditar que você realmente não entende as coisas facilmente que e um coitado que não tem a mínima ideia do que esta fazendo, claro algumas pessoas realmente está nestas situações, más com o tempo você se enquadra nisso na forma de ver a vida.
            Lembro-me de como era tratado de como ninguém esperava nada de mim que nas mínimas coisas que eu fazia era elogiado, más coisas que e o mínimo que se espera de alguém, quero fazer entender que nessas situações ninguém espera o melhor de você, isso cria uma sensação estranha, que primeiro você odeia depois se acostuma e depois sente falta.
            Depois de poucos meses tendo alta notei que perdi um pouco aquele titulo de coitado, mas sinceramente sinto falta de como as pessoas me olhavam. Talvez eu sinta falta de não ser obrigado a conseguir nada.
            Você passar um tempo em um lugar com pessoas que precisam de orientação para fazer tudo e tudo que elas fazem e analisado porem com poucas exigências te coloca numa posição de conforto onde se pode fazer o mínimo ou o máximo e a atenção e sempre o mesmo olhar de pena.
           
 
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 22/05/2019
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