Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
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            Lá longe, bem longe havia uma pequena casinha, lá morava um jovem casal muito feliz, não havia muitos bens materiais más havia muito amor envolvido.
            O café era servido cedo servido junto com os famosos pães de queijo da Dona Mara, Alfredo junto café fumava seu cachimbo para acender mais um dia de trabalho na lavoura.
            Depois do café, Alfredo ia para o trabalho no seu velho cavalo presente de seu pai, seguia seu caminho e era seguido por seu fiel cachorro campeiro, Tição era o nome do cachorro.
            Na lavoura Alfredo trabalhava com uma velha inchada, era essa sua rotina de todos os dias, em sua marmita não havia muito mais em seu rosto havia sempre um enorme sorriso.
            Mara ficava em casa cuidando da casinha tirava leite da vaquinha da família e olhava as crianças sapecas, Flavio e Dora eram os filhos do casal. Dona Mara adorava aquela vida sempre dizia com peito estufado que aquele era o verdadeiro paraíso.
            As crianças brincavam sempre no córrego perto dali ajudavam sua mão em alguns afazeres todos sempre com um sorriso estampado no rosto.
            À tarde Alfredo voltava da lavoura sentava na varanda e novamente acendia seu cachimbo e aproveitava aquela linda vista do sertão.
            E assim seguia a vida daquela família, foi assim durante maravilhosos dias até que o destino mudou totalmente a historia da família, as lavouras onde as pessoas trabalhavam foi perdendo espaço para as grandes fazendas de gado de corte, mão de obra naquele lugar era difícil e muito exigente fazendo assim Alfredo mudar daquele lugar com sua família.
            Quando arrumaram as coisas seu rosto que antes havia um sorriso foi enchendo de lagrimas entraram no trem e seguiram para a cidade enquanto seguia seu caminho o cachorro Tição seguiu o trem até onde conseguiu, deixando um risco no coração de Alfredo.
            Chegando à cidade mal conseguia trabalho, um homem analfabeto não tinha muitas chances, más conseguiu um emprego de servente, sua marmita agora e mais vazia e seu rosto já não têm sorriso nenhum e assim os anos foram se passando.
            As crianças agora já adolescentes mudaram completamente, Dora agora usa umas roupas curtas e já e mãe e nem segue sabe o nome do pai de seu filho, Flavio fuma uns cristais e fica fora de ti.
            Naquele barraco de favela mora aquela família, não é feliz são estranhos entre si, e aquela casinha virou apenas lembrança de um passado feliz, Mara agora chora todos os dias sua vida não tem mais alegria.
            Ela não reconhece mais os filhos, seu marido um homem honesto agora e um bebum, e agora e essa a historia da família e o pior de tudo não há muitas mudanças positivas.
 
 
 
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 04/08/2019
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