Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
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            Na noite mais fria de um longo e deprimente inverno recordo-me de você, sua suave voz plaina em minha mente trazendo a tona imagens de um passado feliz que tive ao teu lado.
            Revejo velhas fotos minhas junto a você, fico olhando a todo instante me torturando e me mutilando com recordações que agora estão no passado, fazendo com que a ferida se abra causando em mim dores em meu peito apaixonado.
            Durante a noite fria lembro-me de uma vida feliz que tive ao seu lado e em meio à drinks e mais drinks, coloco-me a dormir, mas sempre acordo assustado passo minha mão com delicadeza em seu lado da cama e me recordo de que você não está mais aqui.
            Queria ter você de volta, sinto sua falta mais como um anjo, Deus a levou para o céu, deixando-me a saudade e a solidão, tudo que tenho agora são fotos e mais fotos e a nossa linda filha.
            Quando essa dor ira passar, me parece que tudo me faz lembrar-se de você e a nossa filha perguntando onde está a mamãe? Fere-me como a mais afiada lamina, pois quase nunca sei o que dizer e acabo caindo aos prantos, pois para ser sincero eu não sei.
           
 
 
 
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 13/08/2019
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