Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
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Queria dizer, o quanto você significou para mim, nunca soube me expressar bem verbalmente e você sabe, só sou bom escrevendo, ou pelo menos acho.
            Queria dizer que me lembro dos seus sorrisos, suas caricias, sua inocência que no fim o único inocente é eu, em saber como realmente e a vida. Aprendi muito com tudo isso a feri magoei a fiz chorar, hoje choro por ter feito tudo isso.
            Lembro-me de seu lindo rosto ao amanhecer dos ótimos momentos que tivemos sentados bebendo sem dizer uma única palavra simplesmente nos olhando, você pode achar que eu não sei nada sobre você, mas se engana, sei muito, sei que não e mais aquela garotinha que só vê anjos e fadas. Que agora e uma mulher decidida e com muito a oferecer.
            Queria lhe dizer que meu pedido de casamento foi verdadeiro que em momento algum deixei você de lado embora parecesse, mas nunca foi assim, sei quando esta triste ou emburrada me preocupa, mas me mantenho firme no olhar e nas opiniões, ao qual acho que e isto que lhe fez apaixonar-se por mim.
            Também que nosso amor e infinito, foi um lindo cobertor, sinistro, mas com detalhes maravilhoso de belas lembranças dentre elas coisas tristes, mas este cobertor sempre nos aqueceu, ainda me aquece para você terminamos de costura-lo juntos, mas ainda vou dar os retalhos que faltam, acrescentar as boas lembranças as maravilhosas imagens que ficou sem costurar, por ficarem cobertas de más imagens, mas são essas imagens que movem que nos transformam seja para o bem seja para o mal.
            Dizer também, amor e para ser vivido não guardado ou enterrado ninguém e feliz assim, isso só nos trás infelicidades, atrapalham a visão sobre o mundo e também sobre as pessoas.
Gustavo A Vilela
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 07/07/2015


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