Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
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          Novamente me pego pensando em você seu sorriso, seus lábios, teu lindo corpo e seu jeito simples e seu modo de fazer amor.
            Nunca me esquecerei de quando nós conhecemos, quando te vi senti logo uma mistura de inquietação e timidez. E não era para menos meu coração havia encontrado sua outra metade naquele dia. Então, criei coragem e fui falar com você, estava tímido e envergonhado, nunca havia passado por aquilo antes, más fui mesmo assim perguntei seu nome você me respondeu com um sorriso encantador logo ficamos conversando sobre tudo musica sonhos, até que uma voz havia te chamado você se assustou e disse que era seu pai que estava a chamar beijou-me rapidamente a saiu as presas.
            Logo de manha com a mente cheia daquelas lindas lembranças, fiz um café olhando para o quintal lembrei de que não havia pegado seu numero. Em meio ao pânico em saber que nunca mais a verei novamente.
            Logo se passaram dias, meses e anos e eu nunca tinha esquecido tamanha beleza. Meu tempo de espera foi se passando acredito-me que o seu passou, más sempre com duvida, será que para você foi o mesmo que para mim, em meio a relacionamentos frustrados lá estava eu sozinho depois de muito tempo pensando em uma garota que havia conhecido, e o mais estranho tinha apenas visto e conversado nada, além disso.
            Minha vida estava como sempre altos e baixos ate que um dia a vi novamente com roupas bem chamativas havia pintado o cabelo mesmo assim a conheci estava linda como sempre, olhou direto para mim e eu novamente perdi todo o jeito em frente tamanha beleza, porem, dessa vez ela veio ate mim eu mal sabia o que dizer me perguntou logo se eu lembrava quem era, eu disse claro que me lembro, dei um leve suspiro ao saber que ela ainda se lembrava de más como tudo na vida não e um conto de fadas ao saber de sua historia novamente havia me visto a uma triste e imensa escuridão.
            Ela disse que nunca me esqueceu, falou um pouco sobre suas impressões a meu respeito, más que por sinal não pode esperar estava casada e com filhos. O desespero tomava conta de mim angustia e ate mesmo ciúmes de um amor que talvez nunca tenha existido ou vá existir. Contou-me que havia se cassado há algum tempo porem não era feliz, quando me atrevi a falar que devia se separar ela logo falou que o mais importante era a felicidade de seus filhos que se sobrepunham sobre tudo inclusiva sua própria liberdade, ficamos alguns minutos em silencio ela me disse adeus meio sem graça e seguiu seu caminho.
Gustavo A Vilela
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 17/08/2017
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