Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
CapaCapa
TextosTextos
PerfilPerfil
ContatoContato
Textos


     Nunca vi tamanha beleza, seus olhos, sua face com um sorriso com o mais puro e singelo brilho. Todo esse conjunto me inspirou e inspira a mais pura e harmônica sinfonia que nunca e jamais poderia esquecer.
Mas a vida com seus altos e baixos a tirou de mim. Da pior e mais fria forma possível, por isso já não tenho você junto a mim, más não e culpa sua ou minha e apenas o destino que às vezes vem nos separar de nossos amores.
     A dor de sua perda queima meu peito sinto-me como se houvesse uma brasa em meu peito queimando vagarosamente e destruindo cada parte do meu ser e queimando pouco a pouco as mais puras e belas lembranças que criamos juntos.
     Nunca esqueci aquele acampamento em outubro, nós separamos do grupo e nos amamos em meio a arvores, nossos corpos juntos caricias e sussurros formando um acorde maravilhoso que jamais irei esquecer.
     Mas tudo se acabou já não tem mais volta resta a mim a dor e as lembranças, e um pouco de esperança em conseguir seguir esse caminho sem você.
     E quem sabe um dia talvez nos reencontramos e falaremos de amor, não cobrando nada um do outro, apenas conversaremos, pois mais do que ninguém você sabe que eu não consigo seguir ou se quer manter uma promessa.
     E agora estou seguindo a trilha sem você, sozinho e me perdendo nela pouco a pouco me afundando em um abismo pouco a pouco. Vou me perdendo cada vez mais, sumindo, com vontade e medo de te rever.
     E assim minha vida sem você triste, com poemas melancólicos e bebidas e cigarros. Vivendo apenas de lembranças alegres onde um dia em minha vida eu fui realmente feliz.
     Gustavo A Vilela
 
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 07/11/2017
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras