Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
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Você foi parte de uma coisa agora já não e mais, a culpa e sua de ela não querer voltar, pois foi você quem bateu a porta na cara dela agora sofre a querendo de volta.
Mas Cicero ela também não me queria mais foi apenas o passado eu fiz coisas que a magoei ela também me magoou, e difícil olhar para frente e não me ver sem ela e difícil imaginar um caminho onde ela não esteja.
Mas a culpa e sua ela foi a melhor pessoa possível para você infelizmente não soube dar valor e a agora reclama em perdê-la, você não a largou aquele dia para falar a verdade tudo aquilo já estava morto a muito tempo.
Prolongar algo sem futuro algo que não dure e besteira o fim era previsível, você machucou e foi machucado.
Mas Cicero, eu não quero viver assim e injusto nos dois nos amamos e sabemos disso, mas o destino nós distancia.
O erro foi seu resta-lhe apenas levar para o túmulo e arrastar a dor pelo resto de sua vida.
Ela te destruiu, arruinou a ti, por pura luxuria, a arrogância os distanciaram por ambas as partes e isso os corrói os queima de dentro para fora.
Mas Cicero eu a amo, não posso viver sem ela dói meu coração eu a queria de volta ter aquilo que eu já tive um dia e não tenho mais.
Você se afastou a culpa e sua agora morra passa o resto de sua vida lamentando por seus erros, quem sabe algum dia você a esqueça e começa a tudo de novo.
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 12/11/2017
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