Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
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            No dia em que abri meus olhos para o mundo não exatamente foi uma reação boa, pois nada estava de maneira agradável, vivi anos com os olhos vendados me enchendo de coisas superficiais.
            Percebo que minha busca através do mundo em me trazer felicidades só me trouxe ilusão, me olho no espelho me lembro de o que fui e reparo reflito o que sou, e não gosto do que vejo.
            Meus gostos mudaram o que era bom já não e mais, as coisas antes dispensadas se tornam chamativas, vícios antes vistos de forma repulsivos aos poucos se encaixaram em minha vida.
            Dizer que sou infeliz agora, seria como dizer que fui feliz antes, mais também não era, portanto o que deveria escolher, como resposta certa, o fato e que mudei me transformou, agora em algo melhor ou pior e difícil.
            Antes tudo em mim era para agradar as pessoas a minha volta agora tendo apenas me agradar mais não acho a felicidade, más admito que eu vejo as coisas em sua pura essência.
            Agora vivo de forma instável fazendo cada coisa às vezes estupidas apenas por fazer ou sentir a sensação nova e diferente. Porem viver assim traz consequências impossíveis de voltar atrás, montando uma imagem de si, como algo instável triste e deprimente que não se encaixa de forma nenhuma a nenhum grupo.
            Porem, o que dizer ou associar, digo devo usar de desculpa que envelheci que talvez não era feliz, más assumir que não sou feliz e abrir mão de tudo e aceitar meu erro. Em notar isso coloco novamente a venda em meus olhos e sigo por esse caminho apenas para não dizer que eu errei.
            Se arrepender também não devo dizer, pois eu gosto, vejo tudo e não me arrependo e difícil associar isso ao que foi dito antes, reconheço que traz varias contradições. Mas o que busco deixar claro e que vivi muitas experiências passei por varias sensações e isso me conforta pois mesmo dizendo não sou feliz posso dizer eu vivi...
 
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 18/09/2018
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