Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
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            Repleto de ódio e fúria, lutando uma guerra praticamente sem chances de vencer. Suas chances são poucas os motivos já foram esquecidos há muito tempo, restando-lhe apenas o ódio em seu olhar, antes esperançoso e agora demostrando apenas raiva e ódio dentro de um corpo com a alma atordoada.
            Ele luta cada batalha sem medo de morrer, usando tudo que tem em cada golpe às vezes sem sentido, más com muita potencia golpes sem qualquer efeito liberando apenas o seu ódio e raiva, mostrando a si e aos seus inimigos que não está preocupado em perder o pouco que tem e nem mesmo nos resultados que isso vão lhe trazer.
            Muitas vezes e ferido, más o que não o mata o fortalece a cada dia, traz marcas de suas derrotas demonstradas por cada cicatriz em seu corpo mostradas por ele com orgulho, em saber que mesmo assim continua em pé.
            Sua espada um pouco velha porem trazendo contigo muitas historias de ódio e talvez de amor, ela e usada com fúria e desprezo mediante seus inimigos a espada que e trazida por ele anos e anos que era vista como algo inutilizável que agora se torna seu meio de vida, cortando e mutilando todas as partes dos seus adversários arrancando-lhes membros, degolando, estripando.
            Os anos foram cruéis com ele o deixando a cada dia menos humano a cada batalha mais frio com seus inimigos, que agora tentam manter distancia porem são casados como animais e abatidos como se fossem nada, nas mãos de um homem sem nada a perder.
            O medo não e visto em seu olhar, um olhar antes belo que foi tornando-se amedrontador, demonstrando cada vez mais a sua ira fortalecendo-a em cada ponto tornando assim o matador perfeito.
            Em meio sua longa batalha pessoas aparecem e desaparece sem deixar rastro o vazio deixado por elas era reposto por ódio.
            Movia se sem motivos aparente em cada batalha mostrava seu potencial, cruel frio e sanguinário digno de um guerreiro seguindo seus princípios obedecendo a ordens sem medo de nada vendo a morte como uma honra.
 
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 01/11/2018
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