Gustavo A Vilela
O puro e ingênuo amor, pela doce arte das palavras...
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            Queria poder lhe abraçar carinhosamente, sentir seu cheiro o calor de seu corpo junto a o meu. Queria poder olhar em seus olhos perguntar sobre seu dia compartilhar momentos de pura felicidade compartilhada com um amor de verdade.
            O meu olhar para você revela um verdadeiro desejo de amor um olhar de alguém apaixonado, você retribui o olhar com um lindo sorriso e eu fico totalmente sem reação, acabo ficando meio bobo perto de você.
            Confesso que estou confuso, pois não sei se me vê como eu o vejo más já fico feliz com a sua companhia. Pois ter você próximo já e muito para mim.
            Às vezes me pego te observando, admirando seu jeito, sua personalidade, seu estilo tudo sempre com uma doce harmonia e sempre com aquele sorriso. Mostrando uma pessoa maravilhosa que vive sem medo ou ressentimentos.
            Sempre sonho com você, ou melhor, sonho que estamos juntos fazendo coisas e brincadeiras de casais, como assistir filmes e series, comendo besteiras e dormindo abraçados, indo a lugares luxuosos e românticos conhecendo lugares novos sempre abraçados ou de mãos dadas.
            O estranho de tudo isso e que busco apenas um amor, assim como todo mundo, fazer coisas comuns, como ir a praças restaurantes viver um romance em sua totalidade, más no nosso caso não pode.
            Eu não entendo a sociedade, não nós aceita e o pior ridiculariza o nosso amor, dizendo que e algo promiscui e errado, como na verdade só procuramos o que todo mundo procura, um amor, más de alguma forma o nosso e visto como diferente e errado.
            Isso cria uma prisão, não aquelas com grades e muros, más uma pior onde você fica preso dentro de si mesmo, e sua pena e nunca poder ser feliz de verdade, onde ficamos impedidos de sermos nós mesmos e amando quem realmente ama.
Com isso, mesmo sendo apaixonado, fico calado vivendo apenas de sonhos, podendo viver de verdade apenas por alguns momentos onde não se pode compartilhar nada sem ser julgado.
 
 
 
Gustavo Vilela
Enviado por Gustavo Vilela em 14/11/2019
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